13/02/2026
NOTA PÚBLICA - Escola Cívico Militar
NOTA PÚBLICA
Sobre as contradições do modelo de escolas cívico-militares defendido pelo Prefeito Fábio Cândido e sua base.
A defesa do modelo de escolas cívico-militares por parte de representantes do Executivo e do Legislativo de São José do Rio Preto, expõe uma grave contradição entre a narrativa eleitoreira e escolhas privadas.
Não existem dados públicos que indiquem quantos desses defensores matricularam seus próprios filhos em escolas cívico-militares.
O que se observa, na prática, é que muitos priorizam para seus filhos, escolas privadas de elite ou projetos pedagógicos que valorizam pensamento crítico, autonomia, educação para a diversidade e formação integral.
Trocando em miúdos, a disciplina rígida fica para os filhos da classe trabalhadora, ao passo que a educação crítica para os filhos da elite política.
O recente início das aulas das escolas de modelo cívico-militares no Estado de São Paulo revelou, de forma simbólica e preocupante, a sua fragilidade pedagógica.
No primeiro dia letivo, durante uma explanação sobre hierarquia militar, um dos monitores escreveu, incorretamente na lousa, as palavras “descançar” e “continêcia”. O episódio, evidentemente, foi minimizado pelo governador Tarcísio de Freitas, o mesmo que impõe aos professores da rede pública avaliações rigorosas, métricas de desempenho e políticas de responsabilização permanente.
É importante reafirmar que escola cívico-militar não é escola militar. O modelo não apresenta comprovação científica de superioridade pedagógica, não melhora a aprendizagem e não enfrenta as desigualdades educacionais. Ao contrário, reduz a autonomia docente, intensifica a cultura de assédio, censura debates fundamentais como racismo, feminismo e diversidade, e promove uma doutrinação ideológica incompatível com a legislação educacional brasileira.
A criação de supostas “ilhas de excelência” tem por objetivo mascarar desigualdades sociais históricas e aprofundar a segregação educacional.
Defender esse modelo é optar por uma educação voltada ao controle, não à emancipação!
Educação de qualidade se constrói com investimento, valorização dos professores, autonomia pedagógica e compromisso com o pensamento crítico e não com fardas, hierarquia e censura.
ATEM, na luta, por uma educação de qualidade.
Sobre as contradições do modelo de escolas cívico-militares defendido pelo Prefeito Fábio Cândido e sua base.
A defesa do modelo de escolas cívico-militares por parte de representantes do Executivo e do Legislativo de São José do Rio Preto, expõe uma grave contradição entre a narrativa eleitoreira e escolhas privadas.
Não existem dados públicos que indiquem quantos desses defensores matricularam seus próprios filhos em escolas cívico-militares.
O que se observa, na prática, é que muitos priorizam para seus filhos, escolas privadas de elite ou projetos pedagógicos que valorizam pensamento crítico, autonomia, educação para a diversidade e formação integral.
Trocando em miúdos, a disciplina rígida fica para os filhos da classe trabalhadora, ao passo que a educação crítica para os filhos da elite política.
O recente início das aulas das escolas de modelo cívico-militares no Estado de São Paulo revelou, de forma simbólica e preocupante, a sua fragilidade pedagógica.
No primeiro dia letivo, durante uma explanação sobre hierarquia militar, um dos monitores escreveu, incorretamente na lousa, as palavras “descançar” e “continêcia”. O episódio, evidentemente, foi minimizado pelo governador Tarcísio de Freitas, o mesmo que impõe aos professores da rede pública avaliações rigorosas, métricas de desempenho e políticas de responsabilização permanente.
É importante reafirmar que escola cívico-militar não é escola militar. O modelo não apresenta comprovação científica de superioridade pedagógica, não melhora a aprendizagem e não enfrenta as desigualdades educacionais. Ao contrário, reduz a autonomia docente, intensifica a cultura de assédio, censura debates fundamentais como racismo, feminismo e diversidade, e promove uma doutrinação ideológica incompatível com a legislação educacional brasileira.
A criação de supostas “ilhas de excelência” tem por objetivo mascarar desigualdades sociais históricas e aprofundar a segregação educacional.
Defender esse modelo é optar por uma educação voltada ao controle, não à emancipação!
Educação de qualidade se constrói com investimento, valorização dos professores, autonomia pedagógica e compromisso com o pensamento crítico e não com fardas, hierarquia e censura.
ATEM, na luta, por uma educação de qualidade.
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